Este símbolo “pulso firme” vai representar nossa tolerância zero para com a corrupção. Queremos que todos os políticos que respondem processo na justiça, deixem seus cargos imediatamente, até que se prove sua inocência, e que os condenados sejam afastados definitivamente da vida pública. A lei da ficha limpa como aprovada pelo congresso, não representa a vontade popular. Ela foi deformada para livrar políticos suspeitos. Ela esta longe de realizar o expurgo no meio político, desejado pelo povo. Temos que lembrar aos que querem defender os políticos, que o direito da coletividade está acima do direito individual.



Celso Henrique Melez
Cidadão brasileiro

quarta-feira, 6 de janeiro de 2016

A VALIDADE DA ELEIÇÃO DA DILMA




Os políticos afirmam que são eleitos em escrutínios livres e democráticos, mas não é bem assim. São eleições de “cartas marcadas”, onde os eleitores não conhecem devidamente os candidatos, que são sempre os mesmos, sendo que entre eles existem muitos suspeitos, ou sem capacidade para exercer os cargos que disputam, além disso, a compra de votos é notória. Os políticos, apesar de terem sido eleitos em eleições que se dizem livres e democráticas, têm a rejeição da maioria absoluta dos eleitores, se as eleições fossem hoje a Pres. Dilma não se elegeria, e a rejeição ao congresso ultrapassa a casa dos 70%. As suspeitas de desvio de dinheiro, para as campanhas de diversos partidos têm que ser esclarecidas, o povo têm esse direito. Temos as suspeitas de desvio de dinheiro da prefeitura de S. Andre, para a campanha de reeleição do Pres. Lula, da Petrobras para diversos partidos etc. Essas suspeitas colocam em dúvida a lisura das eleições. As pessoas são inocentes até prova em contrário, porém enquanto corre o processo são suspeitas, pois sua inocência também não foi comprovada (o Estado não pode correr risco). Cerca de 90% dos eleitores, não conhece como funciona o voto proporcional para eleger os deputados e vereadores, isso pode ser comprovado facilmente com pesquisa, e esse fato deveria ser submetido ao Supremo, para se saber se ele invalida ou não as eleições.  

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