SEGUNDA INSTÂNCIA NO SUPREMO
Na realidade, a decisão
contra a prisão em segunda instância, foi decidida por um único ministro, Dias
Toffoli, nomeado para o Supremo por Lula, e ex - advogado do PT. Perguntamos:
porque mudar uma regra, que estava estabelecida há anos, e dando certo, por
outra que privilegia a impunidade, e desprestigia os julgamentos e juízes de
instâncias inferiores, tornando esses julgamentos ”de passagem?” Temos que
lembrar que o ministro Lewandowisk, por ocasião da cassação da Dilma, não
cassou os direitos políticos dela, que o nomeou para o Supremo, inclusive
contrariando a Constituição, que a Rosa Weber foi nomeada pela Dilma, e que todo
mundo sabe a posição, do ministro Gilmar Mendes, que tem atacado a lava a jato,
o ministro Sergio Moro, e distribuído habeas corpus, tudo indica, que os
principais motivos dessa decisão, foram libertar o Lula, e favorecer milhares
de políticos suspeitos, que em sua maioria absoluta, continuam exercendo
mandato, e cujos processos se arrastarão por anos. Como pode um assunto de
tamanha importância, ser decidido por apenas um voto? Após o julgamento, o
Supremo continua dividido. O procurador geral da República deveria ter
contestado esse julgamento, com certeza teria o apoio, de boa parte dos
ministros e da população. Agora as duas Casas do Senado e da Câmara, estão com
propostas para legalizar, a prisão em segunda instância, alterando a
Constituição, ou o código de processo penal, porem as dificuldades, para se
conseguir esses objetivos são enormes, é necessário a maioria absoluta nas duas
casas, para se alterar a Constituição, e 30% dos congressistas, são políticos
processados ou suspeitos, inclusive líderes, temos que lembrar também, que
metade das bancadas do PT e do PP, é composta de elementos suspeitos, por esse
motivo voltamos a afirmar, que nada vai mudar no Brasil, enquanto os políticos
processados ou suspeitos, não forem afastados de seus mandatos, são bem mais
que 10.000 em todo Brasil. O povo tem que lotar as ruas, PACIFICAMENTE, com
essas exigências: prisão em segunda instância, e faxina no meio político.
Celso Henrique Melez
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