Este símbolo “pulso firme” vai representar nossa tolerância zero para com a corrupção. Queremos que todos os políticos que respondem processo na justiça, deixem seus cargos imediatamente, até que se prove sua inocência, e que os condenados sejam afastados definitivamente da vida pública. A lei da ficha limpa como aprovada pelo congresso, não representa a vontade popular. Ela foi deformada para livrar políticos suspeitos. Ela esta longe de realizar o expurgo no meio político, desejado pelo povo. Temos que lembrar aos que querem defender os políticos, que o direito da coletividade está acima do direito individual.



Celso Henrique Melez
Cidadão brasileiro

quarta-feira, 11 de dezembro de 2019

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SEGUNDA INSTÂNCIA NO SUPREMO
Na realidade, a decisão contra a prisão em segunda instância, foi decidida por um único ministro, Dias Toffoli, nomeado para o Supremo por Lula, e ex - advogado do PT. Perguntamos: porque mudar uma regra, que estava estabelecida há anos, e dando certo, por outra que privilegia a impunidade, e desprestigia os julgamentos e juízes de instâncias inferiores, tornando esses julgamentos ”de passagem?” Temos que lembrar que o ministro Lewandowisk, por ocasião da cassação da Dilma, não cassou os direitos políticos dela, que o nomeou para o Supremo, inclusive contrariando a Constituição, que a Rosa Weber foi nomeada pela Dilma, e que todo mundo sabe a posição, do ministro Gilmar Mendes, que tem atacado a lava a jato, o ministro Sergio Moro, e distribuído habeas corpus, tudo indica, que os principais motivos dessa decisão, foram libertar o Lula, e favorecer milhares de políticos suspeitos, que em sua maioria absoluta, continuam exercendo mandato, e cujos processos se arrastarão por anos. Como pode um assunto de tamanha importância, ser decidido por apenas um voto? Após o julgamento, o Supremo continua dividido. O procurador geral da República deveria ter contestado esse julgamento, com certeza teria o apoio, de boa parte dos ministros e da população. Agora as duas Casas do Senado e da Câmara, estão com propostas para legalizar, a prisão em segunda instância, alterando a Constituição, ou o código de processo penal, porem as dificuldades, para se conseguir esses objetivos são enormes, é necessário a maioria absoluta nas duas casas, para se alterar a Constituição, e 30% dos congressistas, são políticos processados ou suspeitos, inclusive líderes, temos que lembrar também, que metade das bancadas do PT e do PP, é composta de elementos suspeitos, por esse motivo voltamos a afirmar, que nada vai mudar no Brasil, enquanto os políticos processados ou suspeitos, não forem afastados de seus mandatos, são bem mais que 10.000 em todo Brasil. O povo tem que lotar as ruas, PACIFICAMENTE, com essas exigências: prisão em segunda instância, e faxina no meio político.
Celso Henrique Melez

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