Este símbolo “pulso firme” vai representar nossa tolerância zero para com a corrupção. Queremos que todos os políticos que respondem processo na justiça, deixem seus cargos imediatamente, até que se prove sua inocência, e que os condenados sejam afastados definitivamente da vida pública. A lei da ficha limpa como aprovada pelo congresso, não representa a vontade popular. Ela foi deformada para livrar políticos suspeitos. Ela esta longe de realizar o expurgo no meio político, desejado pelo povo. Temos que lembrar aos que querem defender os políticos, que o direito da coletividade está acima do direito individual.



Celso Henrique Melez
Cidadão brasileiro

terça-feira, 10 de dezembro de 2019

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O JULGAMENTO NO SUPREMO
Julgamento pelo Supremo, da prisão em segunda instância.
A ministra Rosa Weber, justificando seu voto, expeliu durante duas horas, uma verborragia erudita, encerrando com uma poesia, mais uma vez, usou a bancada do Supremo para se exibir. Podemos afirmar que a erudição, em lugar de esclarecer, leva a polêmicas, entre outras coisas, ela evocou a “declaração dos direitos humanos” da ONU. Simplificando; todo cidadão, tem direito a um julgamento justo, e com plena oportunidade de defesa, e de acordo com nossa Constituição, todas pessoas são consideradas inocentes, até serem julgadas e comprovada sua culpabilidade, o que deve ocorrer logo na primeira instância, não concordar com essa tese, é por em dúvida, os julgamentos e juízes dessa instância, a tese defendida por Rosa Weber, desmoraliza todos os julgamentos em instâncias inferiores, tornando os mesmos “de passagem”, conforme alegou o ministro Alexandre de Morais, para evitar injustiças existem os recursos, porém o direito de recorrer, deveria ser somente, em casos de falha no julgamento, novas provas, ou qualquer farto que comprometa esse julgamento, e o juiz da instância Superior, tem que aceitar o recurso, não podemos esquecer que essa ministra, foi nomeada pela Dilma.
No discurso justificando seu voto, o ministro Lewandowisk, afirmou que não se pode de modo algum, contrariar a Constituição, mas foi o que ele fez, quando por ocasião do impeachement  da Dilma, não cassou o mandato dela, que o nomeou para o Supremo, ele também pois em dívida, a honestidade dos juízes de instâncias inferiores.
Perguntamos: porque mudar um entendimento, que se tem há anos, e esta dando certo, por outro que promove a impunidade? Tudo indica que este julgamento, com cartas marcadas, tem como objetivo libertar o criminoso Lula, e favorecer milhares de políticos suspeitos, cujos processos se arrastarão por anos. Qualquer que seja o resultado desse julgamento, é um absurdo que tema de tal importância, seja decidido por apenas um voto, o que indica claramente um Supremo dividido, e que permanecerá dividido. No caso de empate, a decisão ficará a cargo do ministro Toffoli, nomeado por Lula e ex-advogado do PT, se os brasileiros fossem um povo esclarecido, lotariam as ruas em protesto.
Celso Henrique Melez

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